Ronco Pode Ser Sinal de Uma Doença Grave: 7 Medidas Que Podem Transformar Seu Sono

Publicado por: Feed News
18/06/2026 09:00:00
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Mudanças simples nos hábitos diários podem reduzir o ronco e melhorar significativamente a qualidade do sono.
Mudanças simples nos hábitos diários podem reduzir o ronco e melhorar significativamente a qualidade do sono.

O ronco afeta milhões de brasileiros e pode ser muito mais do que um simples incômodo. Entenda quando ele merece atenção e quais atitudes realmente ajudam.

 

RONCO: O BARULHO QUE PODE ESCONDER UM PROBLEMA DE SAÚDE

Muitas pessoas enxergam o ronco apenas como uma situação constrangedora ou um incômodo para quem dorme ao lado. No entanto, especialistas alertam que o problema pode ser um importante sinal de alterações respiratórias durante o sono.

No Brasil, milhões de pessoas convivem diariamente com o ronco sem imaginar que, em alguns casos, ele pode estar relacionado à apneia obstrutiva do sono, uma condição capaz de aumentar o risco de doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, diabetes tipo 2, fadiga crônica e até acidentes provocados por sonolência excessiva.

A boa notícia é que diversas mudanças simples podem reduzir significativamente o problema.

 

POR QUE RONCAMOS?

O ronco ocorre quando o fluxo de ar encontra dificuldade para passar pelas vias respiratórias durante o sono. Isso provoca a vibração dos tecidos da garganta, gerando o som característico.

Diversos fatores podem contribuir para o problema:

• Excesso de peso;

• Congestão nasal;

• Sinusite e rinite alérgica;

• Consumo de álcool antes de dormir;

• Tabagismo;

• Alterações anatômicas do nariz ou garganta;

• Envelhecimento natural dos tecidos respiratórios.

Quando o ronco é frequente, intenso ou acompanhado de pausas respiratórias, o quadro merece investigação médica.

 

7 MEDIDAS QUE PODEM REDUZIR O RONCO

1 MANTENHA UM PESO SAUDÁVEL

O excesso de gordura na região do pescoço pode comprimir as vias aéreas e dificultar a passagem do ar.

Estudos mostram que a perda de peso pode reduzir significativamente o ronco em pessoas com sobrepeso ou obesidade.

Além de melhorar o sono, a redução do peso corporal beneficia a pressão arterial, o coração e o controle da glicemia.

 

    2 DURMA DE LADO

Dormir de barriga para cima favorece o deslocamento da língua e dos tecidos da garganta para trás, estreitando a passagem do ar.

A posição lateral costuma ser uma das estratégias mais simples e eficazes para diminuir o ronco. 

 

  3 EVITE ÁLCOOL NAS HORAS QUE ANTECEDEM O SONO

O álcool promove relaxamento excessivo da musculatura da garganta.

Como consequência, as estruturas respiratórias vibram mais facilmente durante a passagem do ar.

O ideal é evitar bebidas alcoólicas nas três a quatro horas antes de dormir.

 

  4 ABANDONE O CIGARRO

O tabagismo provoca inflamação crônica das vias respiratórias.

Isso aumenta o inchaço dos tecidos do nariz e da garganta, favorecendo a obstrução da passagem de ar.

Parar de fumar pode trazer benefícios não apenas para o ronco, mas para todo o organismo. 

 

       5  CUIDE DA SAÚDE NASAL

Respirar pelo nariz ajuda a manter o fluxo de ar adequado durante a noite.

Por isso, é importante tratar problemas como rinite alérgica, sinusite, pólipos nasais e desvios de septo quando indicados pelo médico.

Um nariz constantemente entupido favorece a respiração pela boca e aumenta o risco de ronco.

 

      6 FORTALEÇA A MUSCULATURA DA GARGANTA

Pesquisas realizadas por especialistas brasileiros demonstraram que exercícios para a língua, palato e garganta podem reduzir a intensidade do ronco.

Entre os exercícios mais utilizados estão:

Pressionar a língua contra o céu da boca;

• Deslizar a língua para trás;

• Repetir sons vocálicos de forma exagerada;

• Exercitar os músculos da face e da garganta.

A prática regular pode fortalecer as estruturas responsáveis pela manutenção da abertura das vias respiratórias. 

 

7 PROCURE AVALIAÇÃO MÉDICA

Se o ronco ocorre todas as noites, vem acompanhado de engasgos, pausas respiratórias ou sonolência excessiva durante o dia, uma avaliação especializada é fundamental.

Em alguns casos, exames como a polissonografia ajudam a identificar distúrbios do sono e definir o tratamento mais adequado.

 

QUANDO O RONCO PODE SER UM SINAL DE ALERTA?

Procure orientação médica se você apresentar:

Pausas na respiração durante o sono;

• Despertares frequentes;

• Dor de cabeça ao acordar;

• Cansaço excessivo durante o dia;

• Dificuldade de concentração;

• Pressão alta resistente ao tratamento.

Esses sinais podem indicar apneia do sono, uma condição que exige acompanhamento especializado.

 

O SONO DE QUALIDADE É UM INVESTIMENTO EM SAÚDE

Dormir bem não é um luxo. É uma necessidade biológica fundamental para o funcionamento adequado do cérebro, do coração, do metabolismo e do sistema imunológico.

Ignorar o ronco pode significar perder a oportunidade de identificar precocemente um problema importante de saúde.

Pequenas mudanças nos hábitos diários podem fazer grande diferença na qualidade do sono, na disposição e na saúde geral.

 

OPINIÃO DO ESPECIALISTA

Segundo médicos especializados em Medicina do Sono e Otorrinolaringologia, o ronco persistente nunca deve ser encarado apenas como um problema estético ou social. Quando frequente, ele merece investigação para descartar apneia do sono e outras condições respiratórias. O diagnóstico precoce pode prevenir complicações cardiovasculares e melhorar significativamente a qualidade de vida do paciente.

 

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